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04/07/2017 publicado por

Como tratar manchas, poros dilatados e vasinhos

Como tratar manchas, poros dilatados e vasinhos

Como tratar manchas, sardas, rosácea e outras condições cutâneas é uma pergunta que persegue muita gente. A luz intensa pulsada (LIP), uma tecnologia muito parecida à do laser, pode ser a resposta. Ela emite luzes diversas, em comprimentos de onda variados, sobre a pele. O tecido epitelial recebe, então, essa energia luminosa e a converte em calor, ativando reações do organismo.

O método preserva a integridade da camada superficial da pele e estimula a produção de colágeno na derme. O objetivo, portanto, é lesionar, controladamente, somente a área que se deseja tratar, estimulando a renovação das células e promovendo o efeito desejado.

A luz intensa pulsada pode ser usada para tratar:

  • sinais do envelhecimento cutâneo, como rugas finas;
  • microvasos na face (chamados de telangiectasias ou vasinhos);
  • rosácea e melasma;
  • olheiras;
  • poros dilatados;
  • manchas solares, como sardas e marcas escuras.

A técnica também proporciona melhora da textura e da elasticidade da pele, reduz a secreção de sebo, controlando a acne, e pode ser usada para depilação. Além da face, pode ser aplicada em outras partes do corpo, como no dorso das mãos, no colo e no pescoço.

Saiba como tratar manchas e outras condições com luz intensa pulsada

Quando emitida sobre a pele, a luz pulsada pode causar algum desconforto. Para reduzi-lo, o médico pode utilizar um creme anestésico e um aparelho que emite ar gelado, direcionado para a área afetada.

O número de sessões necessárias varia de um paciente a outro e de acordo com o que se deseja tratar, mas o intervalo entre elas deve ser de duas a quatro semanas. Em geral, é recomendada a realização de três a quatro sessões, e é comum observar resultados desde a primeira.

É importante frisar que a aplicação de luz intensa pulsada só deve ser realizada por um dermatologista habilitado para executar esse tipo de procedimento com segurança. Após o tratamento, pode haver inchaço, vermelhidão e o surgimento de crostas, que desaparecem em poucos dias.

Antes de aplicar a luz intensa pulsada, o médico deve fazer uma avaliação para verificar se o procedimento não é contraindicado ao paciente. Por isso, deve-se informar ao dermatologista sobre o uso contínuo ou recente de medicamentos, a presença de doenças autoimunes, herpes simples, vitiligo, patologias de coagulação e infecções. Gravidez e pele bronzeada impedem, completamente, a aplicação de luz intensa pulsada.